domingo, 9 de agosto de 2009

domingo, 2 de agosto de 2009

CONTROLE SUAS FINANÇAS

Controle suas finanças

Você sabe para onde vai o seu dinheiro todos os meses? Caso não tenha resposta para essa pergunta, é provável que ele esteja indo para onde não deve: em gastos desnecessários.
Controlar suas finanças deve ser um hábito. Não com o objetivo de restringir seus sonhos de consumo, mas sim de convidá-lo a planejar melhor a realização da cada um deles, gastando o seu dinheiro de maneira mais inteligente e equilibrada. Você se surpreenderá com os resultados!
Controle suas finanças
Você sabe para onde vai o seu dinheiro todos os meses? Caso não tenha resposta para essa pergunta, é provável que ele esteja indo para onde não deve: em gastos desnecessários.
Controlar suas finanças deve ser um hábito. Não com o objetivo de restringir seus sonhos de consumo, mas sim de convidá-lo a planejar melhor a realização da cada um deles, gastando o seu dinheiro de maneira mais inteligente e equilibrada. Você se surpreenderá com os resultados!
No mundo de hoje, o uso do crédito está integrado à vida cotidiana. Todavia, o uso sábio do crédito é fundamental. Quando você decidir usar uma linha de crédito, é necessário verificar se ela corresponde às suas necessidades e usá-la com responsabilidade.
Você ficará surpreso com quanto dinheiro poderá economizar com um pouco de planejamento. Se seu orçamento for realista e se você o usar para orientar suas despesas, estará prevenido para emergências financeiras e outros gastos inesperados. Você também estará melhor preparado para um futuro financeiro seguro.
elaborar um orçamento
Primeiro passo: calcule sua renda
O orçamento pode ser dividido, basicamente, em quatro passos. Confira:

Primeiro passo: calcule sua renda

A maioria das pessoas começa o seu orçamento do lado errado: pelas despesas, quando o ponto de partida deveria as receitas. Pense a respeito: você deve gastar de acordo com o dinheiro que tem disponível, certo?

Pode-se dizer, então, que as receitas (quanto você ganha) definem o seu poder de consumo. Seus gastos devem se adaptar a essa realidade.

E o que entra nessas receitas? Inclua aqui o seu salário, rendimento com aplicações financeiras, ou aluguel.

Observe seu holerite:

Você entende bem o recebimento do seu salário? Se a sua remuneração hoje é de R$ 2 mil, isso não significa que esse dinheiro estará efetivamente na sua conta bancária todo mês. Já parou para analisar os descontos? Lembre-se: o valor que lhe interessa, no orçamento, é o salário líquido.

Faça um teste. Respondendo às questões abaixo, você conseguirá saber o quanto conhece da sua própria receita!

qual é o seu salário bruto (antes da incidência dos impostos e das contribuições)?
quais os descontos que aparecem no seu holerite?
que período de pagamento o seu contracheque cobre?
quanto, do seu salário bruto, você deduz para pagamento de um plano de aposentadoria?
qual o valor atual do seu salário líquido?
quanto você estima receber (em salários) anualmente?
Um lembrete: só coloque na "lista" o que efetivamente você receber: uma estimativa de bonificação ou a possibilidade de receber comissão por um serviço não deve ser considerada. Afinal, ela pode não vir e contar com o dinheiro antes da hora pode ser um problema!

Da mesma forma, limites do seu cheque especial e do cartão de crédito não entram na definição da sua receita mensal. Lembre-se: o crédito deve ser utilizado de forma consciente.
Segundo passo: analise os seus gastos
Agora é hora de listar todas as suas despesas. Primeiro, você deve relacionar as fixas, ou seja, aquelas que não costumam variar (aluguéis, salários de empregados domésticos, encargos sociais e trabalhistas etc.).

Ainda nas despesas, reflita muito bem sobre os gastos semi-variáveis (alimentação, conta de luz, água, telefone etc.) e os variáveis (roupas, calçados, presentes, viagens, cinema, tarifa bancária etc.).

Procure analisar muito bem os gastos invisíveis: são pequenas despesas do dia-a-dia que levam o dinheiro da família sem que ninguém perceba: o lanche da escola do seu filho, o cafezinho antes do trabalho, as revistas que vocês compram e pouco lêem são alguns exemplos.

Faça uma experiência para começar: aproveite o próximo mês para juntar todos os recibos que receber e, caso identifique algum outro item que merece atenção, inclua-o no seu orçamento.

Receita Orçamento Despesa Real Diferença
Emprego #1 R$ R$ R$
Emprego #2 R$ R$ R$
Outros R$ R$ R$
Renda mensal total R$ R$ R$
Gastos R$ R$ R$
Despesas fixas
Habitação (aluguel, prestação do imóvel, condomínio, seguros, etc) R$ R$ R$
Seguro do carro R$ R$ R$
Prestação do carro R$ R$ R$
Cartões de Crédito (caso de pagamento parcial mensal) R$ R$ R$
Despesas variáveis
Quantias despendidas com investimentos (fundos, ações, fundo de aposentadoria, poupanças, etc) R$ R$ R$
Alimentação - restaurantes R$ R$ R$
Serviços (água, luz, Internet, gás, telefone) R$ R$ R$
Transporte
Transporte (metrô/ônibus/táxi) R$ R$ R$
Gasolina e óleo R$ R$ R$
Estacionamento e pedágios R$ R$ R$
Reparos e manutenção carro R$ R$ R$
Outros
Saúde (médicos e remédios) R$ R$ R$
Presentes e doações R$ R$ R$
Vestuário R$ R$ R$
Lazer e viagens R$ R$ R$
Manutenção e decoração/utensílios moradia R$ R$ R$
Cuidados pessoais - esporte, cabeleireiro, perfumaria R$ R$ R$
Educação (escolas e cursos - por um periodo longo torna-se despesa fixa) R$ R$ R$
Empregados (diarista, faxineira, cozinheira) R$ R$ R$
Despesas mensais totais R$ R$ R$

(Caso você não esteja pagando o saldo total de seus cartões de crédito todo mês, não deixe de acompanhar quanto o banco está cobrando de você, bem como quanto você pagará e quanto de juros será adicionado aos saldos ao quitar suas contas).

Depois de ter criado seu orçamento, você precisa guardar os dados de sua renda e despesas reais.

Essas informações o ajudam a entender quaisquer diferenças entre o valor que você orçou (Orçamento) e o que você gastou realmente (Despesa Real) no mês ou período.

Pode-se dizer que essa é a hora da verdade! Compare o quanto recebe com aquilo que gasta. Qual é a sua situação?
orçamento
Quarto passo: acompanhamento, cortes e metas
Caso esteja gastando menos ou em linha com o que ganha, vale a pena refletir sobre a qualidade destes gastos.

Se estiver com o orçamento equilibrado, mas não estiver poupando, procure cortar gastos, de forma a investir ao menos 10% daquilo que recebe. Tenha como meta montar uma reserva de emergência equivalente a ao menos seis meses de suas despesas correntes.

Se você está gastando mais do que recebe, não há alternativa, a não ser cortar gastos. Converse com sua a família, todos devem estar envolvidos nesse esforço. Mesmo que seja o responsável financeiro pela família, não é o único a gastar, de forma que todos devem estar envolvidos neste objetivo.

NUNCA É TARDE PARA COMEÇAR! COMECE AGORA!

Você sabe o que é depressão?

O que é depressão?

Todos ocasionalmente sentem-se tristes ou melancólicos, porém isso geralmente passa em até alguns dias. Quando a pessoa tem um transtorno depressivo, este interfere com atividades cotidianas, funcionamento normal, e causa dor tanto para o paciente quanto para aqueles que se importam com ele. Depressão é uma doença comum mas séria, e a maioria que sofre dela precisa de tratamento para melhorar.
Muitas pessoas com doença depressiva nunca procuram tratamento. Porém, a grande maioria das pessoas, até aquelas com depressão mais severa, podem melhorar com tratamento. Pesquisas intensivas sobre a depressão têm resultado em desenvolvimento de remédios, psicoterapias, e outros métodos de tratamento para pessoas com transtorno depressivo.

Tipos de depressão

Há vários tipos de depressão. Os tipos mais comuns de transtornos depressivos são transtorno depressivo maior e distimia.
O transtorno depressivo maior é caracterizado pela combinação de sintomas que interferem com a capacidade da pessoa trabalhar, dormir, estudar, comer e aproveitar atividades que antes eram prazerosas. Transtorno depressivo maior é incapacitante e impede a pessoa de funcionar normalmente. Um episódio de transtorno depressivo maior pode ocorrer apenas uma vez na vida da pessoa, porém o mais freqüente é que ele seja recorrente.
A distima é caracterizada por sintomas de depressão de longo prazo (2 anos ou mais) porém menos intensos, os quais apesar de não serem incapacitantes podem impedir a pessoa de funcionar normalmente ou sentir-se bem. Pessoas com distima podem também experimentar um ou mais episódios de depressão maior durante a vida.

Outros tipos de depressão

Alguns tipos de depressão exibem características levemente diferentes do que as já descritas, ou podem se desenvolver sob circunstâncias particulares. Porém, nem todos os cientistas concordam em como caracterizar e definir esses tipos de depressão, os quais incluem:
* Depressão psicótica, a qual ocorre quando uma doença depressiva severa é acompanhada de alguma forma de psicose, como rompimento com a realidade, alucinações e delírios.
* Depressão pós-parto, a qual é diagnosticada se uma nova mãe desenvolver episódio de transtorno depressivo maior dentro de um mês após o parto. Estima-se que 10 a 15% das mulheres experimentam depressão pós-parto depois de dar a luz.
* Transtorno afetivo sazonal, o qual é caracterizado pelo aparecimento de doença depressiva durante o inverno quando há menos luz natural. Esse tipo de depressão geralmente some durante a primavera ou verão. O transtorno afetivo sazonal pode ser tratado eficientemente com terapia da luz, porém quase metade do pacientes não respondem ao tratamento com somente essa terapia. Antidepressivos e psicoterapia podem reduzir os sintomas de transtorno afetivo sazonal, sozinhos ou em combinação com terapia da luz.
* Transtorno bipolar, também chamado de doença maniaco-depressiva, não é tão comum quanto distimia e transtorno depressivo maior. O transtorno bipolar é caracterizado por alterações cíclicas de humor, que vão desde euforia (mania) até depressão.

Quais são os sinais e sintomas de depressão

Pessoas com depressão não experimentam todas os mesmos sintomas. A gravidade, freqüência e duração dos sintomas variam de acordo com o indivíduo e sua doença depressiva em particular.

Os sintomas de depressão incluem:
* Tristeza persistente, ansiedade e sentimento de “vazio”.
* Pessimismo e falta de esperança.
* Sentimento de culpa, inutilidade e desamparo.
* Falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas, incluindo sexo.
* Fadiga e falta de energia.
* Dificuldade de concentração, de lembrar detalhes, e de tomar decisões.
* Insônia ou sono excessivo.
* Comer demais ou ter falta de apetite.
* Pensamentos suicidas, e tentativas de suicídio.
* Dores persistentes, dor de cabeça, cólicas ou problemas digestivos que não melhoram com tratamento.

Causas de depressão

Não há uma causa única para depressão. Ao invés disso, a depressão é resultado de várias causas com combinação de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos.
Pesquisas indicam que doenças depressivas são transtornos cerebrais. Tecnologias de imagem do cérebro, como ressonância magnética, têm mostrado que o cérebro da pessoa com depressão parece diferente. As partes do cérebro responsáveis por regular o humor, pensamento, apetite e comportamento parecem funcionar anormalmente. Adicionalmente, importantes neurotransmissores (químicos que as células cerebrais usam para se comunicar) parecem desequilibrados. Porém, as imagens não revelam as causas da depressão.
Alguns tipos de depressão tendem a ocorrer em membros da mesma família, sugerindo relação genética. Porém, depressão também pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar de transtornos depressivos. Pesquisas genéticas indicam que o risco de depressão resulta de influência de múltiplos genes agindo em conjunto com o ambiente ou outros fatores.
Adicionalmente, trauma, perda de pessoa querida, dificuldade de relacionamento, ou situação estressante podem engatilhar episódio de depressão. Episódios subseqüentes de depressão podem ocorrer com ou sem o gatilho.

Você faz alguma atividade fisica? Faz bem à saúde! Tente!

As evidências estão aumentando e são mais convincentes que nunca! Pessoas de todas as idades, que estão de um modo geral inativas fisicamente, podem melhorar sua saúde e bem-estar ao praticar atividade física moderada regularmente.
Atividade física também:
* ajuda a controlar o peso corporal;
*contribui para ossos, articulações e músculos sadios;
* reduz o índice de quedas em idosos;
* ajuda a aliviar a dor da artrite;
* diminui os sintomas de ansiedade e depressão;
* e está associada a menor número de hospitalizações, visitas médicas e medicação.
Ainda mais, a atividade física não precisa ser extenuante para ser benéfica e pessoas de todas as idades obtêm benefícios ao participar regularmente de atividade física moderada por 5 ou mais dias da semana.
Atividade física regular pode melhorar sua saúde e reduzir os risco de morte prematura das seguintes formas:

Reduz o risco de desenvolver doença cardíaca coronária e as chances de morrer disso

Reduz o risco de infarto.

Reduz o risco de ter um segundo ataque cardíaco em pessoas que já tiveram um ataque.

Diminui tanto o colesterol total quanto os triglicerídeos, e eleva o bom colesterol HDL.

Diminui o risco de desenvolver pressão alta.

Ajuda a reduzir a pressão arterial em pessoas que já têm hipertensão.

Diminui o risco de desenvolver diabetes tipo 2 (não dependente de insulina).

Reduz o risco de câncer de cólon.

Ajudas as pessoas a conseguirem e manter um peso ideal.

Reduz os sentimentos de depressão e ansiedade.

Promove o bem-estar psicológico e reduz sentimentos de estresse.

Ajuda a construir e manter articulações, músculos e ossos saudáveis.

Ajuda pessoas mais velhas a ficarem mais fortes e serem mais capazes de moverem-se sem cair o ficar excessivamente cansadas.

A falta de atividade física pode prejudicar sua saúde? Evidências mostram que pessoas que não praticam atividades físicas definitivamente não estão ajudando sua saúde e provavelmente a estão prejudicando. Quanto mais examinamos os riscos para a saúde associados à falta de atividade física, mais convencidos ficamos que pessoas que não praticam atividade física devem começar a se exercitar.

sábado, 1 de agosto de 2009

JORNADA PEDAGÓGICA "CONFLITOS DO COTIDIANO ESCOLAR: FACES E MÁSCARAS"

JORNADA PEDAGÓGICA
Introdução
O aumento vertiginoso da violência configura como uma das questões centrais da problemática social na atualidade. As várias formas de violência estão presentes no dia-a-dia da sociedade, na qual milhares de pessoas, independente da classe social a que pertence, tanto das classes médias e alta, quanto as das classes de baixo poder aquisitivo sofrem com os conflitos existentes nas relações em nosso cotidiano escolar, familiar e profissional.

Inúmeros episódios de violência são enfrentados por muitas pessoas perto de nós: a violência doméstica e os conflitos interfamiliares, nos quais, as maiores vítimas são mulheres, crianças e adolescentes; a violência estrutural, materializada na desigualdade social e econômica, cuja falta de políticas públicas por parte do Estado, agrava ainda mais tal situação.
A escola comprometida com a qualidade de vida do professor e do aluno, trata nessa Jornada Pedagógica sobre o resgate da auto-estima para enfrentar o fenômeno da violência em suas várias formas de manifestação.

E. E. E. M. ENG. ROBERTO BASTOS TELLECHEA

JORNADA PEDAGÓGICA

“Conflitos do cotidiano escolar: faces e máscaras.”


23 de julho de 2009 – 5ª feira

9:00 horas – Abertura
Apresentação Artística

9:20 horas – SAERS/Filme: Ilha das Flores (Meio Ambiente)

10:00 horas - Intervalo

10: 15 h – Palestra: Violência contra a criança e o adolescente: como protegê-las?
Palestrante: Angela Torma



12 horas – Almoço (confirmar presença)

14 h – Apresentação Artística

14: 30 h – Palestra: Auto-estima
Palestrante: Luciane Longaray

16:00 h – Intervalo

16: 20 h – SAERS/ Filme


24 de julho de 2009 – 6ª feira

9:00 h – Apresentação Artística

9:30 h – Reunião – SAERS

Equipe Diretiva
Fabrício Antunes – Diretor
Elfrides Dutra – Vice- diretor
Valério Mello – Vice-diretora
Mauren Oliveira – Vice-diretora

Ivete Duarte – Agente Financeira
Valéria Mello – Orientadora

Ingrid Costa – Supervisora (Manhã)
Luciane Longaray - Supervisora (Tarde)
Marisa Veleda – Supervisora (Noite)

www.escolatellechea.blogspot.com.br

E. E. E. M. Eng. Roberto Bastos Tellechea

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Obrigatoriedade de matrícula em escolas públicas para agentes públicos eleitos!!!

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007

Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos
matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até
2014.

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes
Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito
Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em
escolas públicas de educação básica.

Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil
até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.

Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias
Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades
respectivas.


JUSTIFICAÇÃO

No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a
educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a
má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o
descaso dos dirigentes para com o ensino público.

Talvez não haja maior prova do desapreço para com a
educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes
brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta
é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de
resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias
do povo, criando privilégios.

Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se
ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a
possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para
financiar os custos da educação privada de seus filhos.

Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos
eleitorais - vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados
estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e
vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República - deduzam
um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas
declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola
privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive
no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo
eleitoras.

O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre
outros, os seguintes objetivos:

a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende
ao povo;

b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades
para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade
dessas escolas.

c) financeiro: evitará a "evasão legal" de mais de 12 milhões de reais
por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à
disposição do setor público, inclusive para a educação;

d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em
sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.

Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da
Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade
social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a
tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite,
uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a
implementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o ano
de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua
proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para
que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite
dirigente exige para a escola de seus filhos.

Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil
ainda tivesse duas educações - uma para os filhos de seus dirigentes e
outra para os filhos do povo -, como nos mais antigos sistemas
monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.

Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres
colegas para a aprovação deste projeto.

Sala das Sessões,


Senador CRISTOVAM BUARQUE


Fonte: email recebido em 30/07/2009 (Profº Mario Rocha Retamoso - FURG)

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Mais Jornada Pedagógica...



A INTERNET E A CRIANÇA EM CASA

Internet: a rede que envolve tudo
Internet é um conjunto de redes de comunicação e informação, atualmente disponíveis em quase todo o planeta, que permite a seus usuários encontrar todo tipo de conhecimento, comunicação e diversão, além de realizar compras, fazer consultas etc.

O nascimento da Internet aconteceu na década de 1960 com a finalidade de manter as comunicações institucionais e políticas nos Estados Unidos em caso de uma possível guerra. Porém, a experiência foi tão frutífera que, desde a primeira demonstração pública, em 1972, a ferramenta foi se aperfeiçoando até alcançar aquilo que hoje conhecemos como Internet.

Atualmente, crianças e "não tão crianças" utilizam essa ferramenta diariamente, para trabalhar, aprender, se comunicar ou se divertir. Existem mais de 24 bilhões de páginas na web no mundo todo, e diariamente são realizadas mais de 200 milhões de buscas na Internet. Frente a tudo isso, é fundamental conhecer as ferramentas e serviços existentes na rede para orientar a navegação de crianças e adolescentes.

Hábitos de Consumo da Geração Interativa
• Tempo
Veja como a distância entre pais e filhos pode ser mais próxima do que imaginamos
Cada vez mais, as crianças dedicam parte do seu tempo livre a navegar na rede, em busca de entretenimento.
• Companhia
Embora muitas crianças acessem a Internet na companhia de adultos, a maioria navega sozinha.
• Localização
cada vez maior o número de crianças com computador no seu quarto ou no de algum irmão.
• Conteúdos
A grande maioria das crianças que acessam a Internet buscam diversão e entretenimento. Os mais solicitados: videogames e páginas que permitem manter ou aumentar sua rede social, como salas de bate–papo, messenger, comunidades virtuais etc.
• Multitarefa
A Internet permite interagir com outras telas. Ao mesmo tempo em que se acessa a web, pode-se assistir televisão, usar o celular, jogar videogames ou até fazer as lições de casa.
• Percepção do meio
As crianças pensam que sabem mais do que todos em casa sobre a Internet. Ninguém ensinou a elas como usá-la, por isso se consideram os experts da família. A grande maioria das crianças que usam a web são conscientes de que se trata de algo muito útil. No entanto, nem todos a consideram imprescindível. Alguns chegam a vê-la como um capricho.
Oportunidades
Limitando-nos somente ao âmbito educativo, a Internet permite instruir-se de maneira divertida. Além do mais, facilita a participação dos pais e dos filhos em atividades conjuntas. A contínua atitude de busca que deve manter a criança frente à Internet pode favorecer sua curiosidade pelo conhecimento e seu desenvolvimento intelectual.

Por último, ela permite que a criança elabore seus próprios conteúdos: criar um blog, participar de uma rede social adequada à sua idade, manter um site na web etc., o que fomenta sua criatividade e sua responsabilidade.
Riscos
Os riscos podem ser reunidos em três níveis: a exposição a conteúdos nocivos, a excessiva carga horária dedicada e a possibilidade de contatar pessoas potencialmente perigosas para sua integridade física ou psíquica. A Internet põe ao alcance das crianças, com grande facilidade, páginas cujos conteúdos são inadequados, inclusive para adultos – muitas delas, no limite da legalidade.

O poder de atração da ferramenta faz com que muitas crianças usem seu tempo livre para se conectar à Internet, em detrimento de outras opções como dormir, se relacionar com seus familiares e amigos ou participar de outras atividades destinadas ao ócio (escutar música, ler um bom livro, praticar algum esporte etc.).

A facilidade e a gratuidade de muitas páginas destinadas à comunicação dos internautas pode impedir a comunicação direta e cara a cara entre as pessoas, ao mesmo tempo em que facilita o contato com desconhecidos. E isso pode ser perigoso.
Alguns conselhos

Intercâmbio de experiência

Compartilhe suas experiências educativas relacionadas às novas tecnologias e conheça as iniciativas de outras famílias na página do Gerações Interativas.

Dica: a página está em espanhol, mas os internautas brasileiros podem escrever em português.
• Conheça o meio
Seja o primeiro navegante: acesse a rede e descubra todas as suas possibilidades.
• Seja você a referência
Eles usarão a Internet da mesma forma que você.
• Uso conjunto
Navegue com seus filhos: mostre a eles suas muitas utilidades. Partilhe com eles a seleção de conteúdos. Se alguma coisa chamar sua atenção ou surpreendê-los, a melhor atitude é que vocês analisem juntos.
• Mais vale prevenir
Advirta seus filhos sobre as armadilhas mais comuns na Internet: eles nunca devem fornecer dados pessoais ou familiares, responder mensagens de origem desconhecida, combinar encontros com pessoas que conheceram na Internet etc.
• Cada coisa no seu lugar
Coloque o computador em um lugar da casa a que todos tenham acesso. Se estiver no quarto do filho, você não vai poder acompanhar o uso.
• Utilize a ajuda tecnológica
Use algumas ferramentas técnicas para assegurar a melhor qualidade possível aos conteúdos acessados em sua casa, aos aplicativos e ao tempo dedicado à navegação (filtros de conteúdo, bloqueio de aplicativos, software de controle de tempo). Todos vão agradecer.
• Seja um “cibersentinela”
Se você encontrar conteúdo ilegal, denuncie em alguma das páginas destinadas a isso.
• Internet é um meio, não é um fim
Não há sentido em se conectar sem saber para quê: uma navegação sem rumo costuma provocar muitos naufrágios.

O que você pode fazer para que sua casa seja um lugar tecnologicamente responsável?

Em quase todos os momentos do dia interagimos com uma tela digital em nossa casa e em nossa vida. Vemos televisão, falamos ao telefone, enviamos SMS, abrimos emails, acessamos à Internet para buscar informação... é uma grande oportunidade que facilita nossas vidas tanto no âmbito do trabalho como nos momentos de descanso, na comunicação etc.

Já nos acostumamos com as telas digitais como parte de nossa vida, mas em algumas ocasiões ainda não nos damos conta da importância de fazer uso responsável delas. Temos consciência de desligar a luz quando saímos de casa, por exemplo, entretanto, nem sempre desligamos a televisão quando saímos da sala de estar para preparar algo para comer. Conseguimos entender que a partir de uma determinada hora não devemos ligar para o telefone fixo de uma casa para não interromper o descanso alheio, mas não pensamos o mesmo se a chamada for para um telefone celular. Assim, nos ocorre a pergunta "que exemplo de lar queremos dar à sociedade do futuro, às nossas crianças e aos adolescentes de hoje?".

Desde já fazemos a primeira proposta: criar um espaço para guardar os celulares desligados. Ao chegar em casa, assim como temos um lugar para colocar as chaves, por que não dispor de um espaço onde os membros da família possam deixar os celulares desligados? Assim desfrutaremos de um momento do dia sem interrupções. Qual a sua proposta? Ajude-nos a criar um lar tecnológico para todos por meio da discussão sobre o tema. Deixe aqui seu comentário.


Fonte: Gerações Interativas
Tradução: Carla Jimenez
Veja também:
• Televisão, a rainha

• Celulares, a tela que não se apaga

• Videogames: passatempo digital

• Conheça uma cartilha com orientações sobre uso responsável da Internet

SOBRE A GRIPE SUÍNA

Gripe suína: pais e professores podem ajudar a combatê-la

Por José Alves

Em abril de 2009, um novo tipo de vírus da mesma família daquele que transmite a gripe afetava a população mexicana, ganhava espaço na mídia e chamava a atenção do mundo. Inicialmente chamada de "gripe suína", sabe-se que ela é causada pelo Influenza A (H1N1), um subtipo viral resultante da recombinação genética do vírus suíno, aviário e humano, com possibilidade de disseminação global.
Hoje, o Influenza A (H1N1) confirma as expectativas de propagação e está presente nos cinco continentes do planeta, com cerca de 100 mil pessoas infectadas no mundo. Como acontece com qualquer novidade, a falta de informação causa preocupação. Nesse caso, há dúvidas em relação ao potencial destrutivo do vírus.
No mês de junho, a OMS (Organização Mundial de Saúde) classificou o Influenza A (H1N1) como a primeira pandemia – epidemia de origem infecciosa que atinge grandes proporções, podendo se espalhar por um ou mais continentes – do século XXI. No século XX, três pandemias assolaram o planeta – gripe espanhola, em 1918; gripe asiática, 1957 e a gripe de Hong Kong, 1968. Mesmo com um alto índice de contaminação, o Influenza A (H1N1) mantém números semelhantes de taxa mundial de letalidade em relação ao da "gripe comum", cerca de 0,45%.
O site da Nova Escola disponibiliza um projeto e um plano de aula sobre o tema. Confira:

• Projeto – A gripe suína e outras epidemias

• Plano de Aula – Gripe suína: uma epidemia



Para prestar esclarecimentos sobre o assunto, a Secretaria da Educação de São Paulo convidou a Dra. Telma Carvalhana, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde de São Paulo, para uma vídeoconferência transmitida pela Rede do Saber no último dia 08/07.
Entre diversos assuntos, a especialista diferenciou o H1N1 da gripe comum, do resfriado e da gripe aviária, deu exemplos sobre as formas de transmissão, falou dos sintomas da doença e formas de identificação de uma pessoa com suspeita de contaminação, além de esclarecer o público sobre o tratamento de pacientes portadores do vírus.
Muitos educadores participaram da conversa com perguntas e o ambiente escolar não foi deixado de lado. Dicas de procedimento na escola caso haja desconfiança de algum estudante portar o H1N1 e a importância da limpeza do local foram alguns pontos que a especialista enfatizou. Além das informações em vídeo, o Centro de Vigilância Epidemiológica elaborou também um informativo com orientações de hábitos de higiene no ambiente escolar. A AMB (Associação Médica Brasileira) também produziu um documento com informações para o público. Assista à íntegra da videoconferência e faça o download do documento em power point apresentado pela Dra. Telma Carvalhana durante o evento.

Repercussão da gripe suína na web

Muitos sites abordam o tema de diferentes formas. O EducaRede selecionou alguns links para complementar a sua pesquisa:


EducaRede Argentina

O país apresenta um número elevado de pessoas infectadas. Por isso, a maioria das escolas anteciparam as férias escolares com a intenção de evitar a propagação do vírus entre os jovens. Pensando nisso, a equipe do EducaRede da Argentina elaborou um material especial com uma série de sugestões com recursos educativos, propostas pedagógicas e ferramentas tecnológicas para que professores, pais e alunos possam continuar com atividade escolar em sua casa.
Especiais "gripe suína"
Muitos sites disponibilizam um farto material sobre o assunto. Entre eles, o UOL e a Veja.
Quiz
O site do jornal carioca "O Dia" oferece aos internautas um jogo de perguntas e respostas sobre o assunto. Teste seus conhecimentos.
Anatomia de um vírus
Muito antes do H1N1 aparecer, o site da Discovery Channel já apresentava uma animação interativa com cinco tipos de vírus (Febre Amarela, Gripe, HIV, Sarampo e Ebola). Entre as possibilidades de interação educativa, o internauta pode aprender sobre as diferentes formas de infecção, o que é um vírus, a evolução de um vírus e um panorama de epidemias pelo mundo.


Visite o site do EDUCAREDE.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Rato e Ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali e ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!"

A galinha, disse: "- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."

O rato foi até o porco e lhe disse: "- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira"

"- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse: "- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá- los o fazendeiro matou o porco. Muita gente veio para visitá-la e a comida não dava. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.


*23-07-2009- Programa Mais Você